sábado, 6 de outubro de 2007

kaspar Houser:
Estou só, arrumo as flores de cinzasNo vazo cheio de maduro negrume. Boca-irmã, Falas uma palavra que sobrevive diante das janelas, E escalas muda o que sonhei, em mim.Eis-me na flor da hora murchaE poupo uma resina para um pássaro tardio:Ele traz um floco de neve na pluma vermelho-vida;O granzinho de gêlo no bico e atravessa o verão...Estou doente.

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