domingo, 7 de outubro de 2007

assim é mais gostosa a vida


assim a vida é um mimo

eu amo a vida


eu amo a vida!!!

a vida é um encanto a arte também


arte vida
beijo asfalto
nocaute

sábado, 6 de outubro de 2007

a vida é um paraíso


a vida é um paraíso

experimente
kaspar Houser:
Estou só, arrumo as flores de cinzasNo vazo cheio de maduro negrume. Boca-irmã, Falas uma palavra que sobrevive diante das janelas, E escalas muda o que sonhei, em mim.Eis-me na flor da hora murchaE poupo uma resina para um pássaro tardio:Ele traz um floco de neve na pluma vermelho-vida;O granzinho de gêlo no bico e atravessa o verão...Estou doente.
kaspar Houser:
Platão lhe DisseEle não Quis ouvir;(Jesus lhe disseEle não soube ouvir)Lao tse Certamente lhe Disse, e o General(Sim Sra.)ShermanAté acrediteOu não)Você lhe disse, Eu lhe disse Nós Lhe dissemos(ele não quis ouvir, não senhor)Foi preciso Um pedaço niponizadoDo velho elevado da 6º avenidaNo meio da testa para que ele OuVisse
kaspar Houser:
A beleza trasitória é o recheio da vidaA casa em chamas me deixou bem abrigadoA harpa refinada não toca mais bruta músicaBom senso só há na vida dos loucosO rei honesto rouba a si mesmoO príncipe sempre é infelizA moça pobre leva jóias na cabeçaO pássaro sem asas vôa altoA cauda e a cabeça da cobra, que obra!O barraco era um castelo encantadoO tesouro oculto, o covarde, o corajoso, o ganancioso[todos por nada morreramA jóia não está no pescoço, mas no pensamentoNão há ervas medicinais para essas árvores doentesTua promessa nunca será esquecidaA tartaruga de um olho só vê mais que um homem O bom coração abriga tamanhas maldadesTu és uma parábola[a parábola dos tolos e a procura do caminho.O rei sábio, bondoso e amoroso[venceu com o escudo da maldade todas as batalhas e ainda aceitou todas as derrotas com a insensatez e a estupidez dos tolos. O elefante ébrio atropelou o filho pobre do homem rico. O rei dragão matou o monstro do arrependimento...
kaspar Houser:
"O verme perdoa o arado que o corta"W.B.
O príncipe corajoso, monstro invulnerável e a arma da verdade [nunca se deram bem. As gralhas, as codornas, os corvos e os urubus... [fizeram a guerra dos cantos. A natureza das palavras está em todos os seres humanos [e nenhum compreende. A cidade fantasma não abriga homens concretos. O dragão teme o formigueiro. O sólido senso de identidade é parábola não metafísica. Os macacos morreram afogados em poderes mágicos. A busca da verdade é como a flexa envenenada [perde-se no horizonte definido. A caligrafia chinesa esclarece mais do sol que da terra [nas mãos da mulher histérica. A única verdade possível é um ponto de fuga .Fuja