som alucinante
kaos
noisemente
estranho quase ex tranho
sentidos apurados
expansão
naviloka
sol que arde
lá fora
a cidade não tem nenhum sentido
o homem muito menos
segunda-feira, 30 de julho de 2007
segunda-feira, 16 de julho de 2007
uma poesia cinza
sol manhã asfalto
caos cidade barulho
multidão desespero tédio
solidão florestas concreto
carros bicicletas homem
lixo destruição medo
poesia cinza grita
mar azul vai se revoltar
caos cidade barulho
multidão desespero tédio
solidão florestas concreto
carros bicicletas homem
lixo destruição medo
poesia cinza grita
mar azul vai se revoltar
quinta-feira, 5 de julho de 2007
umgritomoszs
nada
abismo sem fim
esse medo vida
estranho a si mesmo
bombas que explodem lá fora
eu preciso gritar
noite densa
angustia
terra de ninguém
uma árvore tomba na floresta
o som que a queda produz
é ensurdecedor
som de dor
silêncio
nada
andréleite
esse medo vida
estranho a si mesmo
bombas que explodem lá fora
eu preciso gritar
noite densa
angustia
terra de ninguém
uma árvore tomba na floresta
o som que a queda produz
é ensurdecedor
som de dor
silêncio
nada
andréleite
quarta-feira, 4 de julho de 2007
o silêncio
sapatos delicados de chumbo
calçam os pés
que pisam sobre nossas cabeças
explosão de bomba atômica
vestigio de som
guarda-chuva para proteger-se da chuva ácida
corpo que se transforma em suporte
pés medonhos que esmagam as flores
doce canção que se apaga
a lúgubre visão do carrasco
o vento frio da madrugada
congela teus sonhos
fragÂncia adocicada da solidão
o silêncio
andréleite
calçam os pés
que pisam sobre nossas cabeças
explosão de bomba atômica
vestigio de som
guarda-chuva para proteger-se da chuva ácida
corpo que se transforma em suporte
pés medonhos que esmagam as flores
doce canção que se apaga
a lúgubre visão do carrasco
o vento frio da madrugada
congela teus sonhos
fragÂncia adocicada da solidão
o silêncio
andréleite
domingo, 1 de julho de 2007
manifestomoszs
os deuses que criamos: a máscara
imagem alucinante
máscaras erguidas ao sol
som de trombetas
que anunciam o caos
os anjos desaparecem no limbo
furor dos deuses
que se erguem contra os criadores
o céu desaba
beijo monstruoso da medusa
o que não compreendemos
a alucinante expansão do som
a poesia dos sentidos
andré leite
máscaras erguidas ao sol
som de trombetas
que anunciam o caos
os anjos desaparecem no limbo
furor dos deuses
que se erguem contra os criadores
o céu desaba
beijo monstruoso da medusa
o que não compreendemos
a alucinante expansão do som
a poesia dos sentidos
andré leite
nÃo
das profundzas da terra
feito estrelas cadentes
sonhos surgem iluminados
barcos bebados que ancoram em portos fantasmas
cidade ausente
VIDA
carros alucinados
avenidas cinzas
luzes artifíciais criam artifícios baratos
batuque alucinante metálico
barreiras ultrapassadas pela expansão
som de caos movimento
pássaros de agonias perdiadas
a noite que cai com seu peso de séculos
o homem que carrega sozinho o peso de sua solidão
negação inútil
NÃO SER
florestas abissais que se abrem no peito
o medo de se apagar
para SEMPRE
andré leite
feito estrelas cadentes
sonhos surgem iluminados
barcos bebados que ancoram em portos fantasmas
cidade ausente
VIDA
carros alucinados
avenidas cinzas
luzes artifíciais criam artifícios baratos
batuque alucinante metálico
barreiras ultrapassadas pela expansão
som de caos movimento
pássaros de agonias perdiadas
a noite que cai com seu peso de séculos
o homem que carrega sozinho o peso de sua solidão
negação inútil
NÃO SER
florestas abissais que se abrem no peito
o medo de se apagar
para SEMPRE
andré leite
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